| De Angola, uma bela mensagem de Natal |
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Gabela, 2011-12-24 Caros amigos Leigos Boa Nova da Gabela Encontro-me estes dias na Gabela e não podia deixar esta data sem me lembrar de todos vós. Queria ter-vos bem presentes neste natal evocando tudo quanto de bom deixastes nesta terra onde ainda sois lembrados(as). É pena que não nos tenhamos encontrado mais vezes para evocar quanto de belo foi feito. Hoje muita coisa mudou. Nem tem que ser sempre tudo igual. Mas a vossa marca permanece e peço ao Deus Menino que neste Natal vos recompense por tanta generosidade por aqui semeada.
Nesta noite estaremos poucos: P. Aníbal, eu e o Visele (um jovem a preparar-se para o diaconado). As Servas foram para a Kilenda e as Franciscanas para o Huambo. Mas vamos ter-vos a todos na celebração desta noite. Marquem presença para fazermos festa, mesmo à distância. Talvez amanhã ao meio dia já estejam as Servas com a Sandra. Porque festa é encontro e alegria em comum. É isso que vos desejo juntamente com as vossas famílias.
Os Leigos estão a fazer falta. Não quer dizer que venham fazer a mesma coisa. Há muita coisa para fazer e muita presença a preencher onde os missionários não podem chegar. No meio deste despertar é necessário abrir horizontes mais claros e apresentar verdadeiros valores que só nós cristãos podemos apresentar.
No dia 7 de Janeiro o Centro Ondjo Yetu do Sumbe vai inaugurar a segunda parte da sua construção. Vai estar o Bispo de Leiria/Fátima. Vou ver se consigo estar. Os leigos aí têm marcado uma presença significativa. Se algum (a) cá voltar tem já aí guarida. Esperamos por vós e por outros que queiram fazer a aventura da missão por estas terras.
Para vós e vossas famílias vai o meu abraço fraterno neste Natal de 2011 com votos de que as vossas vidas possam ser uma presença encarnada do Verbo Divino. Do amigo
P. Augusto Farias |


Enquanto escrevo estas linhas meia dúzia de adolescentes estão sentados no chão no hall de entrada do Centro Paroquial a fazer cartazes para a festa. Outros foram há momentos para a cadeia para a festa dos presos. Tudo está a movimentar-se para a grande festa que não pode ser apenas nossa mas tem de ser partilhada com outros. Recordo os últimos Natais na cadeia alguns deles animados por vós.







